A pressão está alta. Mas por quê?
Sem identificar a origem, o tratamento pode ser apenas tentativa.
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Construa o raciocínio que conecta mecanismo, diagnóstico e decisão para conduzir casos complexos com mais precisão e segurança.

Um sistema mental para interpretar pressão, anatomia, dano e prognóstico antes de decidir o próximo passo.



O glaucoma exige que você identifique o mecanismo, estime o que ainda pode ser preservado e escolha uma intervenção que faça sentido para aquele olho — não para um protocolo genérico.
Sem identificar a origem, o tratamento pode ser apenas tentativa.
Prognóstico e urgência dependem de uma avaliação além do tonômetro.
A decisão nasce da integração entre causa, anatomia, dano e resposta.
Ao final, você terá um mapa mental organizado para reconhecer, investigar, classificar e conduzir o glaucoma com maior precisão.
Interpretar a PIO dentro do contexto clínico, sem depender de um número isolado.
Reconhecer o mecanismo e diferenciar glaucomas primários e secundários.
Usar gonioscopia e exames de imagem para refinar diagnóstico e prognóstico.
Escolher e associar fármacos com base na fisiologia e no tipo de obstrução.
Identificar quando ainda há possibilidade real de preservar visão e conforto.
Decidir com clareza entre manejo clínico, cirurgia e controle da dor.
O curso conecta ciências básicas, diagnóstico, tratamento e tomada de decisão. O objetivo é compreender o glaucoma como um processo.
Você começa pelos mecanismos que formam o glaucoma, avança pelo diagnóstico e tratamento e termina decidindo casos clínicos integrados.
Compreenda por que a pressão sobe, como o dano se estabelece e o que realmente define o glaucoma.
O que realmente define o glaucoma
Anatomia funcional das vias de drenagem
Produção e circulação do humor aquoso
Resistência ao escoamento e elevação da PIO
Da hipertensão ocular à lesão tecidual
Perfusão, inflamação e barreira hemato-aquosa
Da célula ganglionar à perda visual
Conecte formação embrionária, genética, mecanotransdução e envelhecimento ao risco clínico.
Formação embrionária do segmento anterior
Da crista neural ao ângulo de drenagem
Genes, matriz extracelular e disgenesia angular
O ângulo como tecido vivo
Homeostase, mecanotransdução e resistência ao fluxo
Envelhecimento do trabeculado e perda de reserva
Do ângulo predisposto ao glaucoma tardio
Integre tonometria, gonioscopia, imagem e função visual para diagnosticar e estadiar com mais precisão.
O diagnóstico além da PIO
Tonometria: técnica, contexto e armadilhas
Gonioscopia: anatomia de risco e prognóstico
UBM e ultrassonografia: o que a superfície não mostra
Papila, retina e OCT: evidências de dano
Função visual: PLR cromático, ERG e PVE
Integração multimodal e estadiamento clínico
Reconheça fenótipos, interprete o risco e transforme o olho contralateral em uma oportunidade preventiva.
Quando o glaucoma é realmente primário?
Genética, raças e expressão do risco
Fenótipo de ângulo aberto
Fenótipo associado ao fechamento angular
Da fase latente à crise aguda
Cães e gatos: diferenças que mudam a suspeita
O olho contralateral: risco, vigilância e prevenção
Localize a origem da obstrução e conecte a causa ao mecanismo antes de escolher a conduta.
Quando a pressão é consequência
Uveíte, fibrina e sinéquias
Cristalino: luxação, intumescência e bloqueio
Hifema e membranas fibrovasculares
Neoplasias e glaucomas pigmentares
Desvio do humor aquoso e síndromes incomuns
Da causa à conduta: integração clínica
Organize a primeira hora, reduza a PIO com estratégia e reavalie visão, resposta e dor sem automatismos.
O que torna o glaucoma uma emergência?
A primeira hora: confirmar, estadiar e agir
Redução emergencial da PIO: estratégia e sequência
Isquemia, excitotoxicidade e morte ganglionar
Dor ocular e sensibilização trigeminal
Reavaliar: resposta, rebote e prognóstico visual
Preservar visão, preservar o bulbo ou eliminar dor
Defina o objetivo terapêutico, use os fármacos com lógica e reconheça o momento de avançar para a cirurgia.
O objetivo terapêutico vem antes da prescrição
Reduzir a produção do humor aquoso
Aumentar a drenagem: possibilidades e limites
Associações, horários, adesão e monitorização
Quando o tratamento clínico chegou ao limite
Ciclodestruição e gonioimplantes
O olho cego doloroso: opções definitivas e acompanhamento
Aplique o raciocínio completo em casos progressivos e tome sua decisão antes de conhecer a resposta.
Revisitando o caso inicial
Caso 1: glaucoma primário agudo com potencial visual
Caso 2: glaucoma secundário complexo
Caso 3: o olho cego doloroso
Caso final: decida antes da resposta
Você terá 12 meses para percorrer toda a trilha no seu ritmo.
Quero participar desta formação
Formação construída para unir ciências básicas, diagnóstico por imagem e aplicação clínica em Oftalmologia Veterinária.
Curso gravado, acesso por 12 meses, certificado e suporte em grupo exclusivo de WhatsApp.
Para oftalmologistas veterinários, residentes e pós-graduandos que já atendem ou desejam aprofundar a condução de glaucomas em cães e gatos.
Não. As aulas são gravadas e o acesso é imediato após a liberação do curso, para que você avance no seu próprio ritmo.
O acesso será válido por 12 meses, com certificado de conclusão.
Sim. Os alunos terão suporte em um grupo exclusivo de WhatsApp para discutir dúvidas relacionadas ao conteúdo.
Sim. Você terá 7 dias de garantia, conforme as condições apresentadas na Hotmart.
As inscrições serão abertas em 20 de agosto de 2026. O lançamento oficial será em 3 de setembro de 2026.
O próximo caso não precisa ser conduzido no improviso.